domingo, 4 de janeiro de 2009

Perfume Review: A*Men Pure Coffee, Thierry Mugler, by Italo Wolff

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Thierry Mugler continua a saga futurística de seus aromas, primeiro com A*Men e suas doses excessivas de baunilha e notas doces, já conhecemos muito bem do que o mestre das tesouras e cortes robóticos é capaz de compor como conceito, visto o devastador aroma de seus memorável Angel, uma inovocação na perfumaria masculina. A*Men é um perfume que quando foi lançado fez por onde obter sucesso explorando excessos como é o conceito da grife.


Não obstante de explorar excessos surge em abril de 2008, A*Men Pure Coffee, concebido pelo nose Jacques Huclier também criador de A*Men, B*Men e Ice Men, Pure Coffee explora como o próprio nome já sugere uma nota de café, o nosso delicioso e quente café de todos os dias. Diria que Jacques obteve êxito nessa saga Mugler, pois a nota de café que eu conhecia antes desta sua recente criação não era muito agradável, era enjoativa e sintética de modo isolado ou mesmo misturada a outras notas.









Pure Coffe abre um parêntese na perfumaria masculina mais uma vez, ao usar o acorde gourmand, mas não com a baunilha mortal como é comum, e sim com uma nota tão conhecida de todos nós. Quem nunca se deliciou com uma xícara de café? Quem nunca esperou o tempo passar em um consultório ou sala de espera tomando um pequeno copo de café? Acho que todos nós já tivemos essa experiência, pois o estranho é que desse simples aroma tão banal encontramos o diferencial deste perfume. Não é somente café por café o aroma é viciante e estimulante como se Jaques houvesse isolado a cafeína e não o aroma do café, é impossível borrifar Pure Coffee na pele e não ficar tentado a cheirar mais perto a cada minuto.






Este perfume tem ainda tons secos de vetiver e patchouli, misturados a um amadeirado e denso acorde de cedro e por fim um delicioso fundo almiscarado, o conjunto da composição forma o que eu poderia chamar de Capuccino à la Mugler o, pois basta o primeiro impacto para saber que trata-se de um legítimo Mugler inovador, gourmand e futurista, em sua linda embalagem marrom e dourada hermeticamente fechada como os sacos de café à vácuo.



A personalidade de A*Men Pure Coffee é menos metrossexual que a de seu antecessor, A*Men. Coffee tem notas mais comuns ao universo masculino, assim sendo não é tão doce como muitos possam pensar. Com seu primeiro perfume masculino Mugler sempre quis impor uma barreira ao público de A*Men, pois não é comum a um homem sair por aí cheirando à bolo de padaria ou loja de doces, isso afastou alguns consumidores em potencial.


Já com A*Men Puree Coffee isso é diferente, consigo sentí-lo em homens vestidos de terno e gravata indo trabalhar e, possivelmente, sendo reconhecidos pelo seu delicioso aroma por onde passarem. Não é exagerado nem mortal, é linear e muitíssimo agradável, também não é complexo, mas vale muiot a pena provar essa iguaria repleta de cafeína e madeiras.


Como sempre Mugler teima em brincar com nossos desejos e sonhos...



Italo Wolff é escritor de perfumes de Alagoas (Brasil) e colaborador exclusivo para o Perfume da Rosa Negra.








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(English version)


Thierry Mugler continues the futuristic saga of his aromas, first with A*Men and its excessive doses of vanilla and sweet notes, we could already know very well what the master of the scissors and cut robotic is capable to compose as concept, taking into consideration also his devastating aroma of the memorable Angel, an innovation in the masculine perfumery. A*Men is a perfume, which when was released, deserved the merit that achieved, acquring success and exploring excesses, that is the concept of the brand.



In spite of exploring excesses it appears in 2008 April, A*Men Pure Coffee, also created by the nose Jaques Huclier, fragrance designer for A*Men, B*Men and Ice Men, the Pure Coffee explores as the its own suggestive name the note of coffee, our delicious and hot coffee of everyday. I would say that Jaques obtained success in that saga Mugler, because the note of coffee that I knew before this recent creation was not very pleasant, it was nauseating and synthetic, when isolated or even mixed to other notes.



Pure Coffe opens a parenthesis once again in the masculine perfumery, when using the accord gourmand, but not with the mortal vanilla as is common to find, but with a such known coffee note of all of us. Who never was deligted by a wonderful cup of coffee? Who never passed the time in a clinic or waiting room taking a small glass of coffee? I think all of us already had that experience, because the stranger is that through this simple and banal aroma we find the special of this perfume. It is not only coffee by coffee, the aroma is indulgeous and stimulant as if Jaques had isolated the caffeine and not the aroma of the coffee, is impossible to spray Pure Coffee on skin and not to be temptated to smell it closer every minute.


This perfume still has dry tones of vetiver and patchouli, mixed to an woody and dense cedar nuance and finally a delicious musk base, the group of the composition forms what I could name Capuccino a la Mugler, because the first impact is enough to know that related to a legitimate Mugler, innovator, gourmand and futurist, in its beautiful brown and gold packaging tightly closed as the vacuum paper bags of coffee to vacuous.



The personality of A*Men Pure Coffee is less metrossexual than its predecessor, A*Men. Coffee has more usual notes to the masculine universe, it is not like those oversweet fragrances we may think about. With his first male perfume Mugler, unintentionally, imposed a barrier to the audience of A*Men, because it is not common a man walkes around, smelling to bakery cake or the candies of these candy store, that surely stood back some consumers in potential.



With A*Men Pure Coffee that is different, I can imagine men dressing suit and tie and going to work with some of the fragrance and, possibly, being recognized by their delicious aroma anywhere they pass. A*Men Pure Coffee is not exaggerated nor mortal, it is lineal and very pleasant, it is not also complex, but it is worthwhile to be proved, this delightful delicacy of caffeine and woods.


As always Mugler insistis on playing with our desires and dreams...



Italo Wolff is fragrance writer from Alagoas, Brazil and is collaborator for Perfume da Rosa Negra.



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