Perfumaria árabe - Attar al Kaaba Al Haramain
Alguma vez algum perfume te fez chorar? Como um transe emotivo e olfativo que as lágrimas não podem conter. Uma jornada espiritual na qual as mãos parecem tocar o rosto de Deus, o encostar na face daquele que é o Amor Maior. Eu chorei...
Não era um choro de tristeza, era um choro de redenção. Tem aromas que levam a um encontro com nossas crenças, sejam elas quais são, isso não importa. O mais importante é o coração, sentir o lirismo e a transcedência da entrega absoluta a um Ser Supremo, o pedido de oração ao aspirar aquele aroma que une o terreno ao divino, o arrependimento ao perdão, a fraqueza ao forte e, no fim, une-me a um lugar de luz, paz e amor.
Attar al Kaaba é o perfume-templo. Seu nome se traduz como o "perfume de Caaba", concebido pela Al Haramain como a personificação do perfume do louvor, da reverenciação dos muçulmanos a este espaço e a seu Deus. Independente de qual seja a sua fé, o aroma templo Attar al Kaaba tem algo especial que celebra a intimidade do acreditar e do doar-se em espírito e em verdade. É uma fragrância envolvente que estabiliza a mente, renova o corpo e cura a alma. Neste processo, a alma chora como um ato de doação. Novos caminhos são abertos, um novo sentido é conferido à vida, uma atitude
positiva para toda a existência.
Attar al Kaaba exige um estado de espírito quebrantado para esta intimidade espiritual. Embora um perfume muito instigante, com notas de agarwood indiano, amber e sândalo que o ligam à terra, os aromas de Rosas e flores exóticas o concebem como um perfume inebriante, capaz de provocar um êxtase espiritual.
Um toque deste attar na pele e eu vi o céu se abrir...extasiada, chorei e salmodiei: "O paraíso deve ter o aroma de Attar al Kaaba, Deus meu!"
Encomendas de Attar al Kaaba, acesse http://salihahbeauty.multiply.com
ou deixe seu email em comentários
ou deixe seu email em comentários
Curiosidades históricas sobre Kaaba, assista ao vídeo abaixo
Fotos: Attar al Kaaba image, Islamic Shop
EU "olhando para Deus" em ensaio árabe, acervo pessoal


Comentários