O perfume na literatura com Bernardo de Guimarães


Nosso amor é tão puro! - antes parece
A nota aérea e vaga
De ignota melodia, êxtase doce,
Perfume que embriaga!...

Amo-te como se ama o albor da aurora,
O claro azul do céu,
O perfume da flor, a luz da estrela,
Da noite o escuro véu.

Bernardo de Guimarães, O Amor Ideal




Foto: Romeo & Juliet, de Franco Zefferelli

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